domingo, 20 de março de 2011

as ferramentas da escola




para realizar esses trabalhos minuciosos,
os alunos da Escola da Xilografia do Horto contavam com buris finos.
Vejam nas fotos da Maura de Andrade as ferramentas que ainda existem no Museu Octavio Vecchi.
são dezenas de joguinhos de buris de todos os formatos!

sexta-feira, 18 de março de 2011

filme do Ulysses Boscolo - no trabalho


o Ulysses Boscolo
trabalhando na imagem do Diálogos.
Pelo menos uma das cores deixa de ser suspense...

Parte dessas filmagens caseiras no ateliê do Ulysses estão no FaceBook, 

sob o nome de Ulysses de Paula. 
A gravura que ele realizou para o projeto é em duas cores...

http://plataformaulyssesboscolo.blogspot.com


a menina

essa matriz foi encontrada mais recentemente
junto às ferramentas da escola.
Valeu a pena procurar!

os ventiladores



apesar de não estarmos necessitando de um ventinho
nesse março chuvoso e um tanto frio...

quarta-feira, 16 de março de 2011

mais suspense... as gravuras do Ulysses estão chegando!

Nessa quinta, dia 17 de março,  teremos mais gravuras do diálogo:
Ulysses Boscolo
já terminou as dele!

Os leitores do blog só verão as imagens depois de inaugurada a exposição em julho.
Por enquanto, podem ir olhando o tabalho lindo do Ulysses no blog dele:


segunda-feira, 14 de março de 2011

as primeiras gravuras do diálogos chegaram! do André de Miranda!

No nosso projeto, além da impressão de todas as matrizes da
Escola de Xilografia do Horto, 
há uma conversa delas com artistas atuais.
Cada um dos artistas convidados 
fará uma xilogravura usando como "inspiração" uma das imagens do Horto.

E já recebemos as primeiras gravuras!!!
Só pelo pacote super caprichado
dá para antecipar as maravilhas que existem aí dentro.
Mas vamos fazer suspense até a exposição em julho,
quando esperamos que todos os leitores vão até o Horto conhecer as gravuras.

Essas são do André de Miranda
e para vocês saberem um pouco sobre ele:

Gravador, pintor, desenhista e ilustrador, iniciou sua atividade artística em 1975.
Começou a estudar xilogravura em 1981 com Ciro Fernandes e J. Borges, no Rio.
Também estudou xilogravura com Anna Carolina Albernaz, Gravura em Metal com Marcelo Frazão e Heloísa Pires Ferreira.
Conviveu com inúmeros gravadores e artistas plásticos, como Samico, Iberê Camargo, Augusto Rodrigues, Scliar, Franck Shaeffer, entre outros.
Estudou Desenho de Artes Gráficas no Senai/RJ.
Residiu de 1993 a 1997 em Três Lagoas, MS e em Curitiba – PR, de 2003 a 2008.
Foi professor de desenho no Senai da Construção Civil, Rio de Janeiro.
Já realizou mais de 100 oficinas e workshops de gravura pelo país, como Acre, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, etc.
Ministrou aulas de xilogravura nas Universidades Federais do Paraná e Mato Grosso do Sul.
Tem mais de 200 exposições individuais e coletivas de gravura, desenho e pintura.
Foi membro do Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul e escreve artigos sobre gravura.


Para se deliciar com o trabalho do André de Mianda:

sexta-feira, 11 de março de 2011

um pouco sobre o professor Adolf Kohler

Adolf Kohler (1882-1950)
 (foto-acervo do Museu Octavio Vecchi)

"O professor Adolf Kohler nasceu em 1882, em Stuttgart, Alemanha, onde bem jovem, aprendeu seu ofício dentro da tradição de xilografia do século XIX, ou seja, depois de rigorosos estudos, fez estágios de aperfeiçoamento em firmas da França e Hungria, durante 2 anos.
Em 1913, retornou à Alemanha estabelecendo-se em Berlim em um ateliê de trabalho que prestava servilos de xilografia ao comércio e gráficas em geral."

"... Kohler decidiu embarcar para São Paulo, onde chegou dia 1º de maio de 1927. Na cidade de São Paulo, instalou-se no centro, onde manteveateliê à Rua Boa Vista. Ali, recebeu várias encomendas de casas comerciais, principalmente da Casa Alemã que trabalhava com móveis, roupas e objetos para casa. As peças eram enviadas ao seu ateliê onde gravava as ilustrações para os catálogos."

" Em 1934, Kohler participou do I Salão de Belas Artes com quatro "Retratos" em xilografia."

"Foi contratado pelo Horto Florestal e assumiu o posto de professor de xilografia, a partir de 1º de fevereiro de 1940"
textos retirados de Rosita Gouveia
Museu Lasar Segall / Fundação Pró-Memória, Adolf Köhler e a Escola de Xilografia do Horto Florestal, São Paulo, Museu Lasar Segall, 1986 – catálogo

em depoimento à autora Rosita Gouveia,
Lívio Abramo descreve o professor Adolf Kohler:
"muito pequenino, mais baixo que eu, seco, magro, que parecia um esqueleto andante, mas muito sério, muito digno"